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Hospital Bettina comemora Dia do Farmacêutico

quarta-feira, 20/01/10 - 18h15

por Cleide Magalhães

Na semana em que se comemora o Dia do Farmacêutico, ocorrido nesta quarta (20), o Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS), da Universidade Federal do Pará (UFPA), reestrutura sua Farmácia de acordo com as normas editadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para garantir melhoria no atendimento aos usuários e na condição de trabalho aos seus profissionais.

A partir de agora, a Farmácia está mais acessível aos usuários e trabalhadores do Hospital e conta com sala de atenção farmacêutica para pacientes com problemas psiquiátricos e neurológicos que recebem acompanhamento farmacoterapêutico, sala de reuniões, central de abastecimento farmacêutico e almoxarifado.

A Farmácia possui cerca de 100 tipos de medicamentos de baixa, média e alta complexidade, sendo os medicamentos de controle especial distribuídos pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e os outros adquiridos por meio de compra direta do HUBFS. “Primamos pela segurança, eficácia e sua qualidade, além de atentar para o preço e o custo do tratamento, diz o farmacêutico do Bettina, Juan Rivera.

Um dos destaques da atividade dos farmacêuticos acontece uma vez na semana, na capela de infusão, onde os profissionais da área manipulam enzimas que são aplicadas nos pacientes com mucopolissacaridoses, doenças metabólicas hereditárias causadas por erros inatos do metabolismo que determinam a diminuição da atividade de determinadas enzimas. Segundo o bioquímico e farmacêutico Renato Ferreira, diretor adjunto do Bettina, essa ação faz parte de um projeto pioneiro no Norte do Brasil e garante cuidado na segurança do produto, visto que a manipulação é dotada de radiação ultravioleta (UV) no processo de esterilização.

História – Para conhecer mais sobre o panorama histórico da Farmácia, o livro Da Pharmácia à Farmácia: Universidade Federal do Pará – 100 anos de História, do farmacêutico Renato Ferreira, publicado em 2003, traz o histórico da profissão e dá enfoque à Escola de Farmácia de Belém, que, segundo o autor, é a quarta maior do País. A pesquisa buscou as raízes da farmácia brasileira no Egito, na Grécia, em Roma, no Islã, na China e na Índia. A obra vasculha, ainda, a própria história da Medicina, investiga o que aconteceu no Renascimento e chega ao Pará, contando a evolução da Medicina, no Estado. O livro tem 12 capítulos e poderá ser reeditado.

Leia notícia completa acessando: http://www.ufpa.br/bettina/

Fonte: ASCOM HUBFS.

 

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