Pergunta-se: Será que
o Conselho Regional de Medicina / Pará através
de seu Presidente, assim como a vice-reitoria da Universidade
do Estado do Pará estão em boas mãos?
É lamentável que após todas as improbidades
espelhadas na Ação Popular contra a “Quadrilha
da UEPA”, conforme afirmou uma das parlamentares do PT-Pará,
que colunas de jornais locais ainda se solidarizem com um dos
já processados
e intimados pela Justiça Federal, para se defender em
juízo,
onde terá que informar sobre os desmandos e desvios perpetrados
pela atual direção superior dessa IES – Instituição
de Ensino Superior, da qual faz parte.
No que tange às denúncias acostadas no processo,
e espelhadas no site “Acorda Pará” , verifica-se
que o servidor, e atual Presidente do CRM-PA, se vangloria dos
cargos exercidos como; médico do Hospital Universitário
João de Barros Barreto, vice-reitor da Universidade do Estado
do Pará (UEPA), além de professor do curso de medicina
da mesma Universidade, como comprovamos em sua entrevista na revista “Diagnóstico” do
número referente aos meses de setembro/outubro de 2003,
comprovando clara conduta ilegal e inconstitucional de acúmulo
de funções e cargos públicos.
No entanto, o mesmo omite que é servidor cedido pela SESPA – Secretaria
de Saúde Pública do Estado do Pará, através
de Portaria nº 1656 de 09 de abril de 1997, onde a SEAD por
meio do Decreto nº 3480 de 24.10.84., “e.... considerando
os termos do Proc. Nº 1997/36390, resolve, colocar a disposição
da UEPA, JOSÉ ANTONIO CORDERO DA SILVA, médico lotado
na SESPA, sem ônus para o órgão de origem”,
já que somos todos sabedores que, formalmente, para ocupar o cargo
de vice-reitor da UEPA terá que
fazê-lo obrigatoriamente com dedicação
exclusiva, o que não ocorre neste, conforme demonstrado
nos documentos anexos a esta página.
Infelizmente, talvez por má informação, alguns
articulistas fazem apologia ao crime uma feita que, no caso em
tela do Prof. José Antonio Cordero, o que vale são
os fatos e não
a versão de uma coluna sem assinatura, onde o jornalista
se esconde atrás de suas opiniões sem assumi-las
publicamente. Mais ainda, tudo que se está acusando e o
que está divulgado no site www.acordapara.com.br é comprovado
através de documentos públicos, oriundos da UEPA,
e pelas declarações
verbais do próprio indigitado.
Por último, os documentos comprobatórios das acusações
estão disponíveis no site Acorda Pará e na
Ação Popular que tramita na 2ª Vara Federal
e na representação que está no Ministério
Público Federal, que por serem públicos os seus procedimentos,
podem ser acessados por qualquer cidadão interessado, inclusive
com expedição de certidão de inteiro teor das peças lá entranhadas.
E tenho dito !!!
Solidariedade...
Matéria publicada no domingo dia 8 de agosto, em jornal
local no caderno de saúde – página 6:
"A coluna hipoteca solidariedade ao Prof. José Antonio
Cordero, Presidente do Conselho Regional de Medicina do Pará e
vice-reitor da UEPA, pelas acusações certamente
infundadas, da qual vem sendo vítima. Sua trajetória
acadêmica
e profissional aponta no sentido contrário da lide".