Estenda a mão
para o General, não importa se falta um dedo.
segunda-feira, 09/06/08 - 17h55
Em épocas de paz Generais não
falam parvoíce, eles costumam falar fundamentados
em argumentos de guerra, de estratégias e de soberania
da nação que eles são Generais. E
isto é mais do que válido, pois a função
deles é esta. Cabe a eles demonstrarem aos mandatários
do país, os pontos fracos militarmente onde o território
que eles defendem pode ser atingido. Da mesma forma que
os ministros da defesa e do exército deveriam em
um passado recente — novembro de 2007 — no
exercício de suas funções terem impedido
que uma revista de circulação nacional escancarasse
para o mundo, a decadência dos armamentos das nossas
forças armadas. Foi até compreensível
que isto tenha acontecido, ficou no ar uma aparência
de democracia, de liberdade de imprensa. Mas não
foi nada disto! Tratou-se de um grito de desespero por
parte do comandante do Exército, general-de-exército
Enzo Martins Peri, que precisava de um jeito ou de outro
mostrar para os que controlam a situação
financeira, como estava a precariedade armamentista das
forças armadas esquecida por eles. E ao mesmo tempo
o general-de-exército, quis dizer “sinto
muito tem que ser assim, não existe diálogo
entre os que comandam e os que defendem, porém,
a nação é a mesma!” de repente
o general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia,
que defendeu a redução da área demarcada
para os índios, deparou-se diante da mesma aflição:
ele precisava dizer. Mas dizer para quem? Considerando
que ninguém se reunia com ele! Então ele
resolveu fazer do único jeito que deveria ser feito:
colocou a boca no trombone. Muito bem feito! Palmas para
os dois Generais!
Concordo plenamente com a redução
ou até mesmo radicalizar e não efetuar nenhuma
demarcação. O General está certo.
O Governo Federal precisa acordar abrir os olhos para
perceber, criar coragem e admitir a União como
único e exclusivo dono da terra. Determinar isto
por decreto ou lei, mas determinar que os índios
sejam ocupantes das terras, apenas porque o proprietário
— a União — consente que eles as ocupem.
Mas não serão por isto que eles se tornarão
proprietários, e também não gozarão
do direito de estipularem regras ou normas, só
o senhor das terras: a União poderá estabelecê-las.
Não se pode conceber que 39 mil índios possam
ocupar 10,5 milhões de hectares quase metade do
estado de Roraima. E muito menos admitir-se que a população
do mesmo estado de aproximadamente 400 mil não-índios
tenha que viver na outra metade do que sobrou do estado
que ela nasceu. E ainda tenha que aturar mandos e desmandos
de quem ocupa as terras por concessão! E mais do
que absurdo é ter que permitir que eles bloqueiem
estradas e rios, levantem barreira com cancela e corrente
para proibir e controlar o trânsito de veículos
em trecho de uns 150 quilômetros de uma rodovia
federal, a BR-174, asfaltada e, portanto protegida pela
lei das rodovias federais, que determina controle total
e absoluto nos 15 metros de cada lado da estrada. Mas
os índios estão mal acostumados, não
respeitam lei e muito menos determinação.
Eles demonstram que se acham imunes a qualquer tipo de
punição, que são uns coitadinhos,
não podem ficar presos com bandidos porque eles
são considerados tolos e incapacitados. Mas isto
não corresponde com a verdade, se ao menos se aproximassem
dela, eles não teriam agredido um engenheiro a
facão!
Por que os índios não são
os donos das terras? Pelo mesmo motivo que os americanos
e o resto do mundo não são os donos da Amazônia!
Os dois motivos que fazem com que eles se sintam os senhorios
do território que lhes interessa, são basicamente
idênticos.
Os índios têm essa falsa
impressão porque a história deles —
muito mais a nossa do que a dos povos aborígenes
— diz que “Em 1584 estima-se que havia entre
um e cinco milhões de índios no Brasil”
(JOBSON ARRUDA 224, pp.33,34). Aqueles índios que
aqui estavam, morreram! Eles foram extintos da mesma maneira
que os nossos antecedentes daquela época também
se extinguiram. E nós os descendentes deles —
os não-índios — vivemos no presente
sujeitos aos rigores da lei e da ordem; e se nós
quisermos um pedaço de terra medindo pelo menos
10 x 30 m., para construirmos uma casa para morarmos,
teremos antes que trabalhar, para poder comprar. E a proteção
que os não-índios recebem é claríssima:
se não puder comprar o terreno para construir a
casa, vai morar debaixo da ponte. E se agredir engenheiro
até os extremos de cortá-lo com facão
no exercício das suas funções profissionais,
vai para a cadeia. E aqueles que se aventurarem a fechar
e controlar uma rodovia federal — com exceção
dos sem-terra porque são do partido — com
cancela e corrente para controlar o trânsito, vai
para a cadeia. Por que tratar os índios de forma
diferente? Eles não são tão diferentes
assim! Ah! Então é isto! É só
porque eles são analfabetos, incultos, não
desfrutam do modernismo e nem da tecnologia? Então
diante de tal constatação, deveria ser dado
a eles, isto e não aquilo! A imensidade de área
que eles acreditam que são os proprietários,
jamais a ocupará, mas causarão muitos conflitos!
É terra demais para pouco índio! Mas é
bom não esquecer, que um número muito maior
de não-índios vive em condições
idênticas ou piores do que as dos índios,
e não recebe sequer um aceno de proteção!
Parece que os americanos fizeram a coisa acertada, eles
não quiseram tomar conhecimento da história!
Não interessou saber quem chegou primeiro: os índios
ou os não-índios. Fizeram uso da lei do
mais forte! O mais fraco foi colocado no lugar que coube
para ele: reservas indígenas, pequenos territórios
monitorados onde eles foram morar. Foi rápido que
eles acabaram com o problema de índios no país
deles! As tribos que se rebarbaram acreditando nesta tolice
de que possuíam terra, por terem pisado no chão
antes dos gringos cara pálida. Foram surpreendidos
pelo exército americano que se propôs a matar
os valentes e prender os que se rendessem. Essa besteira
de política de proteção ao índio,
eles deixaram para exercê-la com os índios
do território dos ingênuos brasileiros. Meter
o bedelho nos assuntos do Brasil é fácil,
difícil é assistir o Brasil tomar decisões
adequadas para a sua evolução, independente
do que os outros países pensem ou deixem de pensar.
Os americanos e o resto do mundo acreditam
que a Amazônia também lhes pertence, porque
eles são habitantes do planeta em que está
situada a NOSSA AMAZÔNIA; e pelo fato deles precisarem
respirar e se servirem da água para sobreviver.
Negativo! Cada povo que se vire com o que tem na sua terra
prometida. Não foi assim com a nação
que habitava terras que não era dela! Ela conquistou
a benevolência de ser trasladada para o lugar que
lhe fora determinado para morar. Não foi levado
em consideração o sofrimento que passariam
durante a viagem de 40 anos, para alcançarem o
destino da terra certa onde deveriam residir. O planeta
terra é uma aeronave dividida em classes sociais,
quem compra uma passagem de terceira classe, embora esteja
no mesmo avião, não adquire o direito de
ocupar um lugar na primeira classe! Mesmo que ele de repente
ameace sofrer um acidente, cair na floresta ou no oceano,
ainda assim, cada um morrerá sentado no seu assento!
Para tudo há um tempo determinado,
sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos
céus (Ec 3:1), agora chegou o tempo do Presidente
da República se reunir com os três poderes
e decidirem quando, como e de que forma o Exército,
a Aeronáutica e a Marinha devem ocupar a Amazônia.
É chegado o tempo de reduzir em 75% o território
indígena afastando-os das fronteiras do país
e não permitir que eles sequer cheguem perto dos
agricultores produtores de arroz, que compraram suas terras
com o fruto do suor dos seus rostos. E também já
é tempo de construir um presídio agrícola
na Amazônia, para trancafiar os delinqüentes
que não sejam classificados como indivíduos
de alta periculosidade: os índios, os sem-terra,
os corruptos, os profissionais liberais que abusam de
suas profissões, os infratores do trânsito,
os usuários de drogas e os políticos desonestos.
É tempo de festejar a nomeação do
novo Ministro e tempo de comemorar a demissão da
Ministra, ela e a fragilidade dela demoraram demais para
sair. E é mais do que tempo de controlar através
de um cadastro nacional as ONGs que chegam; e as que nasceram
e estão se criando aqui dentro. Entre elas, algumas
são sérias, outras não! E é
tempo de lembrar que ambientalistas só falam besteiras,
mas isto não deve ter a percepção
de novidade, falar asneira é privilégio
deles! O que mais eles poderiam fazer? |