O aquecimento global
não é este monstro que estão pintando
quarta-feira, 14/11/06 – 16h16
Não importa se pintam o aquecimento
global de forma monstruosa, ele não é tudo
isto que querem que seja, provavelmente deve ser mais
manso e de aparência delicada. Ainda que se admita
robustez em sua compleição corpórea
para agüentar sozinho a culpa, do derretimento do
gelo do oceano Ártico. É praticamente impossível
reconhecer a fixação de tantas cabeças
em um único culpado, sim, claro, é fácil
culpar um monstro impossibilitado de defender-se, principalmente
deste tipo de aberração que se dispõe
aquecer a terra indiscriminadamente, se ele aquece todos
os lugares significa que o endereço dele é
incerto. Diante da improvável possibilidade da
contestação, alguns pesquisadores canadenses
que se encontram estacionários na Ilha Melville
no oceano Ártico encontraram no indefeso, o motivo
pelo qual os termômetros marcaram 22 graus centígrados
temperatura nunca antes registrada lá para aquelas
bandas. Aproveitaram também e creditaram para ele
a impressionante façanha da diminuição
da calota ártica causada pelo degelo que foi dez
vezes acima da média anual conferida recentemente,
o total reduzido perfez uma área de aproximadamente
três a quatro Estados de São Paulo. A calota
que sofreu a redução é atualmente
25% menor do que ela era há 30 anos.
Parece que em nenhum momento os que apontam
com o dedo em riste procurando um culpado, pararam para
pensar que o aquecimento do Ártico poderá
beneficiar algumas poucas, boas e milionárias nações:
EUA, Rússia, Inglaterra, Canadá e o Japão.
O aparente surto aterrorizador em cima
do que seria o aquecimento global, não passou,
não passa e não passará apenas de
uma indução amplificante, daquelas bem mentirosas
preparadas para convencer em massa, nações
próximas e longínquas. O medo instalado
em algum ponto do ser humano — onde ele estiver
que fique lá porque não é esta a
questão — não reage positivamente
quando detecta, que o instrumento utilizado para aterrorizá-lo
não é verdadeiro, é falso. E mais
acomodado o medo fica, quando ele desfruta do privilégio
de avistar sozinho a verdade que se encontra camuflada.
Em um passado recente o Presidente americano se recusou
terminantemente assinar a intenção da não
poluição do planeta. Ele não assinou
porque sabia que esta história de aquecimento global
não passava de balela. A reação de
quem sabe onde foi plantado ou gerado um boato para esconder
interesses econômicos de grande monta e longo prazo
é manter-se tranqüilo sem temer o que os outros
temem.
Duas nações — elas
principiaram a investida — que não abriram
mão do direito que não tinham, mas mesmo
assim se encheram de razões para invadirem uma
terceira nação, intencionadas a matarem
seus mais recentes inimigos e junto com eles de lambuja,
os próprios soldados, em busca de armas atômicas
que não existiam; e mais o propósito de
proteger ou apossar-se do petróleo que não
era delas. Os mandatários que fizeram este tipo
de coisa condenável, com certeza eles farão
coisas mais reprováveis para engrossarem suas economias.
E quem foi que, em sã consciência teve, tem
ou terá a coragem de dizer que não foram
elas que esquentaram, provavelmente ainda estão
esquentando o oceano Ártico? Sim é isto
mesmo! Parece ficção, falácia, deliramento,
devaneio. Mas não será a semelhança
que determinará se a suspeita tem fundamento, a
chance de realidade é imensa, só o tempo
dará o seu veredicto. Os meios utilizados foram,
são ou serão tecnologia avançada
que o mundo não tem conhecimento. Para a realização
de tão espetacular façanha os americanos
precisariam patrulhar as águas geladas do Ártico,
sob a calota de gelo com os seus submarinos equipados
com canhões de laser de potências inimagináveis
e controláveis. A execução da missão
se restringiria simplesmente em aquecer as águas
e as bases das colinas submersas para provocar os catastróficos
deslizamentos das camadas de terra congelada juntamente
com o gelo que se mantinham nas laterais dos morros; e
simultaneamente se transformariam em lama. Por eles terem
utilizado estratégia tão fantástica
— de forma inacreditável — o resultado
aconteceu, continua acontecendo e a missão foi
coroada de sucesso. Aí está o fenômeno
do aquecimento do Ártico.
Entre os meados de julho e agosto um
barco de procedência americana percorreu sem enfrentar
qualquer tipo de problema toda a Passagem Noroeste, que
compreende da Nova Escócia (costa leste do Canadá)
até o Alasca, trecho que até então
só era possível navegar em grandes navios
quebra-gelo. Pela primeira vez na história da navegação,
essa rota marítima entre o Atlântico e o
Pacífico não se encontrava impedida por
blocos de gelo. Finalmente o sonho dos sonhos seculares
dos exploradores europeus e das Nações Poderosas
realizou-se, criaram uma rota livre do gelo para a Ásia.
Navegar pelo Ártico desimpedido representará
uma redução considerável nos custos
dos transportes marítimos. Para as nações
invasoras aquecedoras do Ártico, as primeiras vantagens
são conferidas em quilômetros: Nova York
para Tóquio pelo Canal do Panamá = 18.200
km / Nova York para Tóquio pela passagem Noroeste
= 14.000 km; Londres para Tóquio pelo Canal de
Suez = 20.900 km / Londres para Tóquio pela passagem
Nordeste = 13.000 km.
Os desbravadores poderosos merecem condenação
por terem transformado a região do Ártico
acessível para novos povos, que utilizarão
novas rotas comerciais e fortalecerão suas economias
— algumas delas cambaleantes — a um patamar
nunca imaginado? E mais a vantagem da descoberta de novas
superfícies de terra que possivelmente se revelarão
férteis, para a produção de pastagens
para o gado, podendo até suportar agricultura de
sustentação entre uma estação
e outra; a possibilidade de encontrar imensas riquezas
no subsolo: minérios, diamantes, ouro e até
petróleo. Não, de maneira nenhuma! Antes
que se tornassem fortes nas finanças e em tecnologias
revolucionárias, até mesmo antes de adquirirem
o hábito de cravarem os olhos invejosos nas riquezas
dos outros países, eles já estavam autorizados
a fazerem o que fizeram. Não precisariam utilizar
o artifício da mentira inventiva. Quem os autorizou?
A terra sempre esteve sob sujeição do homem,
principalmente dos que foram mais espertos e mais inteligentes,
desde os primórdios dos tempos, em Gênesis
— 1:26 “Façamos [o] homem à
nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e tenham
eles em sujeição os peixes do mar, e as
criaturas voadoras dos céus, e os animais domésticos,
e toda a terra, e todo animal movente que se move sobre
a terra”. O autorizador foi Deus o dono do mundo.
As desvantagens que o degelo vai provocar
podem ser minimizadas tranqüilamente. Para isto,
basta que se reconheça o direito dos mares retomarem
seus espaços físicos, que foram ocupados
durante séculos! Agora eles chegarão sem
portar ação de despejo, mas dispostos a
reaverem seus direitos de posse. Os povos — sejam
eles quais forem — do lado de lá e do lado
de cá que habitam lugares alagados, ilhas (como
as de Maldivas e de Tuvalu, país-arquipélago
no oceano Pacífico, localizado no norte da Austrália)
deveriam estar preparados para a situação
que se avizinha, pois estão ocupando lugares inadequados
para viverem. Esta observação serve também
para os endinheirados que residem em terra firme, nas
regiões costeiras, abusando da raia média
de 30 metros das praias, eles precisam conscientizar-se
que são invasores de terra que no futuro serão
o fundo dos mares. Ocuparam as chamadas áreas nobres
calcados nos direitos de suas posses, mas não deveriam
nunca perder de vista, que foram suas abastanças
que os convidaram para possuir o que não lhes cabia
por direito, portanto, seus dinheirosos, não esquentem
as cabeças. Preparem suas trouxas, conformem-se
com suas perdas — apartamentos de luxo, mansões
— zarpem do lugar onde não foram escolhidos
para permanecerem. Mt 22:14 “Porque há muitos
convidados, mas poucos escolhidos”. Sobraram os
paupérrimos que moram na cidade baixa, nos alagadiços,
pendurados e sustentados por palafitas, a eles caberá
a função de acordar da letargia em que se
encontram os prefeitos, governadores e presidentes para
aprenderem administrar os seus territórios utilizando
a macheza de homens públicos inteligentes. Retirando
— ainda que seja na marra — os excluídos
das áreas de risco para não morrerem afogados
nas enchentes do futuro. E investindo em moradias dignas
para os remanejados em áreas pouco valorizadas,
porém, na cidade alta. Devem disponibilizar total
dedicação assistencial, por um simples motivo:
os homens que se equilibram e deslizam na difícil
arte de morar na condição de palafítico,
eles também são filhos de Deus.
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