Horrível,
mas é verdade!
quarta-feira, 06/01/10 - 11h13
Caro jornalista Zezo Ferreira
Temos por Santarém e por sua
população o maior respeito, inclusive pertecemos
à duas de suas famílias mais tradicionais,
a família Alho e a família Neves –
Calderaro, embora eu tenha nascido em Belém, Jorge
Calderaro é santareno, mocorongo de nascimento,
alma e paixão e, eu além de laços
familiares, tenho amigos como, o padre Edilberto Sena,
Ednaldo Santos, a Dica Frazão, entre outros e muitas
coisas que me são caras aí em Santarém,
o Tapajós, o encontro das águas, a orla
da cidade, Alter-do-Chão, o Blog do Jeso, o Egon,
o Vozes Caboclas, o Bar Mascote e o próprio Espalha
Brasa, teu blog que acessamos diariamente e que, de vez
enquanto repercute nossas matérias entre outras
coisas que temos apreço aí na Pérola
do Tapajós.
Somos jornalista e escritores, e o Calderaro
é o criador e editor responsável pelo site
Acorda Pará (www.acordapara.com.br),
eu, o criador e um dos editores da coluna Horrível,
que tem como correspondentes, o cacique ‘Tô
Cunsca Alho’ e ‘Aji na Moita’, o único
japonês de olhos grandes. Essas informações,
as damos em função do comentário
de Adelson, que disse: (sic)... ‘Eu sabia, esses
‘cara’ de Belém se acham, porra um
errinho de nada eles transformam numa farra para diminuir
o mocorongo. Vão T. no C.’. Ao contrário
do que comentaram dois anônimos em teu blog, a respeito
de nossa matéria publicada na coluna Horrível
a qual republicastes com o título ‘Belenenses
tiram o maior sarro do 2º Salão do Livro de
Santarém.
Temos a esclarecer o seguinte:
A coluna Horrível não
é feita para tirar sarro da cara de ninguém,
nem de fatos ou atos alheios...
A coluna Horrível é sim,
um instrumento de críticas construtivas, sem direcionamento
pessoal, onde são utilizados a crítica propriamente
dita, o humor, o sarcasmo, a acidez de algumas palavras,
a pimenta, o sal e às vezes o Alho, quando preciso,
para jogar tudo numa Calderada. São notas com tempero
completo, nunca imorais, pornográficas ou com falta
de respeito. A coluna Horrível é um instrumento
do bom jornalismo, e é utilizada para chamar a
atenção para as agressões e aberrações
gramaticais, sejam cometidas por quem quer que seja. Nossas
críticas não são dirigidas às
pessoas e sim um alerta, aos erros de quem os cometeu...
Quanto ao Salão do Livro de Santarém,
os erros estavam lá, grosseiros demais por sinal,
a coluna Horrível apenas os tornou visíveis,
já que o Salão durou 7 (sete) dias e ninguém
os corrigiu e só os viram depois de publicados
no Acorda Pará e republicados pelo Blog Espalha
Brasa. Fato que repercute até hoje. Que erros nós
cometemos? Afinal era um Salão do Livro, âncora
de nossa cultura e esses erros não deveriam ter
sido cometidos. A falta de respeito foi de quem não
admitiu os erros e muito menos pediu desculpas à
população.
Por fim, informamos que o Acorda Pará
é um site premiado nacionalmente pela Vej@
Blog e pelo Top Blog e está
entre os 100 (cem) melhores do país, segundo esses
dois maiores portais de sites do Brasil. Aqui nós
praticamos um jornalismo sério, voltado para a
defesa da cultura do Pará e da Amazônia,
fundamentalmente...
Quanto ao comentário do Sr. Adelson,
lamentamos que pense assim, pequeno, considerando que
um errinho de nada, no Salão do Livro de Santarém,
foi transformado numa farra para diminuir os mocorongos.
Alertamos para o fato que grandes desmoronamentos como
o ocorrido recentemente em Angra dos Reis/RJ, começam
com um simples pingo d´água e que se não
forem tomadas as providências que o caso requer
transformam-se em grandes catástrofes, portanto,
o pior cego é aquele que não quer enxergar.
A educação e a cultura não podem
e nem devem ser tratadas da forma como foi definida por
Adelson, ele é desses piores cegos e muito em breve
tropeçará na própria ignorância,
ignorância que certamente não vê.
E para comprovar que não direcionamos
nossas críticas, deixamos nossa retrospectiva
2009, e nos despedimos com a oração
do cacique ‘Tô Cunsca Alho’: Eu te benzo,
eu te curo, com a folha do mucuracaá. Se tu escapares
dessa... Da próxima tu não escaparás!
E para finalizar, pedimos desculpas,
mas não levamos desaforo para casa.
Se me abraçam, eu abraço...
Se me beijam, eu retribuo...
Se me criticam, eu aceito...
Se me apontam os erros, eu me corrijo...
Mas se me ofendem , eu devolvo, na mesma moeda...
Sr. Adelson, vá T. no C. você!
Se doer avise nós te enviaremos vaselina.
Luiz Alho e Jorge Calderaro
Cacique ‘Tô Cunsca Alho’ e ‘Aji
na Moita’, o único japonês de olhos
grandes em terra parauara.
Ponto Final e temos dito.
Nossa paixão por Santarém
cresce a cada dia... Feliz todo dia, feliz 2011, para
todos os que fazem parte do Oeste paraense em especial
aos mocorongos, e a todos os que seguem o Acorda Pará!
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