Correio do
meio @mbiente
terça-feira, 23/06/08 - 14h32
Conferência
Já está no ar o site da 1ª Conferência
Nacional de Saúde Ambiental, com o objetivo de
fornecer informações sobre o processo
da Conferência realizada em todo o país.
No site, o público poderá acompanhar as
agendas de atividades nos municípios e nos estados,
bem omo se cadastrar para receber informações
periodicamente sobre a primeira conferência. O
endereço do site é http://189.28.128.179:8080/cnsa
Rio Branco adere à Agenda Ambiental Pública
(A3P)
Acre está empenhado em inserir critérios
socioambientis e sustentáveis na administração
públicas. Nesta terça-feira (23), a Prefeitura
de Rio Banco vai assinar, às 8h30, o termo de
adesão da Agenda Ambiental na Administração
Pública A3P). Ontem foi a vez do Instituto de
Meio Ambiente do Acre (Imac) aderir à Agenda,
criada em 1999 pelo MMA, e que possui um papel estratégico
voltado para as boas práticas socioambientais
na esfera do governo.
Segundo o gerente de projeto do Departamento
de Cidadania Ambiental e Responsabilidade Socioambiental,
Geraldo Abreu, o objetivo do programa é incentivar
o uso de alternativas mais eficientes, que reduza a utilização
de matérias-primas e recicle resíduos. "A
A3P tem um papel estratégico na revisão
dos padrões de consumo e na adoção
de novos referenciais em busca da sustentabilidade socioambiental",
ressaltou Geraldo.
A A3P é uma estratégia
para consolidar de uma nova cultura institucional, buscando
minimizar os impactos das práticas administrativas
e operacionais sobre o meio ambiente. No momento, 81 instituições
públicas aderiram ao programa.
Campanha do MMA fortalece importância
do consumo consciente
Iniciativa quer apresentar alternativas às sacolas
plásticas na hora das compras
O Ministério do Meio Ambiente,
em parceria com a rede Wal-Mart, lança, hoje (23),
no Hotel Hyatt, em São Paulo, a campanha nacional
"Saco é um Saco", de conscientização
do consumidor, com a presença do ministro Carlos
Minc.
A idéia da campanha é alertar
a população sobre a importância de
se reduzir o consumo de sacolas plásticas, utilizando
alternativas para o transporte das compras e acondicionamento
de lixo, e recusando sacos e sacolinhas sempre que possível.
A campanha aposta no poder de decisão do consumidor
como ação transformadora de hábitos
e atitudes.
A campanha do Ministério do Meio
Ambiente quer fortalecer a corrente dos consumidores conscientes,
cada vez mais atentos à importância de se
pesar as conseqüências do conso de bens e serviços.
Diminuir ou recusar quando possível o uso das sacolinhas
plásticas pode, a princípio, não
parecer fácil nem importante, mas apenas quando
se pensa o consumo individualizado. Dados da Associação
Brasileira de Supermercados (Abras) dão conta de
que o Brasil já consome 12 bilhões de sacolas
plásticas por ano e que cada brasileiro utiliza
cerca de 66 sacos plásticos por mês.
Pode parecer que os sacos plásticos
não custam nada na hora das compras. Mas quanto
custam 500 bilhões deles entupindo rios, lagos,
bueiros, poluindo o mar, matando peixes, tartarugas e
outros animais? Com pressa, na fila do caixa, não
há sequer tempo para pensar. Ninguém sente,
mas a natureza sofre, soterrada por uma maré de
lixo, e nossa qualidade de vida diminui, como se pode
ver pelas enchentes que vêm assolando as cidades
brasileiras.
Talvez por isso, um batalhão de
consumidores ao redor do mundo já esteja adotando
alternativas às sacolas plásticas na hora
das compras, pensando não apenas em sua comodidade,
mas no impacto que causam ao planeta e ao futuro que queremos.
Eles já entenderam que saco é um saco, para
nós, para a cidade, para o planeta e para o futuro.
Um estudo do Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) revela que já
estão chegando até locais distantes, considerados
verdadeiros paraísos ecológicos e turísticos.
E para ajudarmos a combater o descarte inadequado na natureza
e no meio em que vivemos, tudo começa com um gesto
simples, num supermercado ou mercearia do bairro.
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