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DENÚNCIAS

 

E-mail aos governantes
Transcrevemos o e-mail da Sra. Rosa, que denuncia alguns descasos dos governantes, por exemplo, no município de Colares, na Pará, pois lá não nascem mais crianças.

As mulheres vão "parir" em municípios circunvizinhos. Motivo: a verba da saúde foi desviada e o hospital não tem infra-estrutura para maternidade, e olhe só que é uma Ilha, significa ser cercada de água por todos os lados.

O prefeito sequer foi questionado pela Justiça quanto ao desaparecimento da verba, está aí desfrutando dos prazeres da vida. Despreocupado. Parece que ele quer que as gestantes de Colares tenham filhos pelo método LEBOYER (parto dentro d'água).
10/11/04 - 10:32

Da Editoria
O Pronto Socorro Municipal de Belém, localizado na 14 de Março, novamente, volta a oferecer perigo à sociedade paraense e a todos os que procuram atendimento médico naquela unidade de saúde. Desta vez, as vagas que deveriam ser preenchidas por cirurgiões torácicos estão sendo ocupadas na verdade por médicos que não possuem o Título bem como Residência na especialidade para atender pacientes de alto risco. São eles, em sobre-aviso: ALLAN HERBERT FELIZ FONSECA, CRM-PA 5861, AJALCE DE JESUS LEAO JANAHU - Cirurgia Geral, CRM-PA 5729, IVES UCHOA DE AZEVEDO - Cirurgia Geral, CRM-PA 5606 e ALESSANDRE SANTANA MODESTO - Cirurgia Geral, CRM-PA 6191 como internista. Os dados, como nome, especialidade, inscrição no CRM e unidade da federação dos profissionais acima identificados foram coletados a partir do site do Conselho Federal de Medicina no deep-link (http://www.portalmedico.org.br/).

E dever de ofício do Secretário de Saúde Municipal e do Presidente o Conselho Regional de Medicina e de seus Conselheiros tomarem e adotarem todas as medidas legais cabíveis, antes que a mesma seja denunciada ao Ministério Público bem como acionados judicialmente os órgãos competentes e gestores de tal setor.

Fica novamente a pergunta, como é que um profissional que deve obrigatoriamente ter o Título de Cirurgião Torácico para exercer o cargo é escolhido pelo Comissão do PSMB sem que o tenha. A dúvida na realidade é, que tipo de avaliação é feita? E como o CRM-PA não fica sabendo dessas facilidades, que a exemplo bem recente como foi divulgado na mídia a presença de um falso médico que usava o CRM de um profissional da área já falecido.

O Conselho Regional de Medicina do Pará deveria e pode, ou qualquer MÉDICO pode e deve solicitar uma manifestação OBRIGATÓRIA do CRM/PA no caso do "falso médico", pois é dever de oficio do CRM se manifestar sobre matéria, mesmo que ex-ofício, como foi e está sendo divulgado pela imprensa. Pois o Ministério Público deveria convocar e intimar o CRM-PA neste caso, pois o Conselho tem por dever ouvir o responsável técnico do PSM, pois existe legislação obrigando-o a isto.

Segundo informações, houve supostas lesões de natureza grave com ÓBITO, decorrentes do mau atendimento praticado pelo falso médico em um Unidade Hospitalar –PSMB, que deve ser fiscalizada pelo Conselho Regional de Medicina.

O Ministério Público já se manifestou e indiciou cinco pessoas como responsáveis pela contratação do falso médico, Ronaldo Silva. Everaldo Martins, secretário municipal de saúde, o ex-diretor do Pronto Socorro Municipal, José Raimundo Arias, os médicos Ernesto Lassance e Terezinha Rassy e a coordenadora de recursos humanos, Doralice Cunha, foram indiciadas por prevaricação, crime cometido por funcionário público.

O CRM/PA neste caso está CURIOSAMENTE OMISSO, pois deveria convocar o responsável técnico pela unidade hospitalar para responder pelo acontecido, isto é imprescindível, e deve ser COBRADO do CRM, NÓS MÉDICOS EXIGIMOS DO CRM UMA POSTURA PÚBLICA, POIS O CASO É PÚBLICO, PORTANTO A COMUNIDADE MÉDICA GOSTARIA DE OUVIR O QUE O CRM/PA TEM A DIZER.
27/09/2004

 

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